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Cartilhas e Estudos
Escrito por Josiel Maia    Sex, 08 de Julho de 2011 10:18    PDF Imprimir E-mail
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cartilhas

 

ABNT lança norma de
inspeção predial em

21/05/2020

A ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) publicou a Norma ABNT NBR
16747:2020 - Inspeção predial - Diretrizes, conceitos, terminologia e procedimento que
se aplica para às edificações de qualquer tipologia, públicas ou privadas, onde o
profissional habilitado fará exames predominantemente sensoriais para se chegar a
avaliação global da edificação – desempenho dos sistemas e subsistemas.
Foram realizadas pelo menos 23 reuniões da Comissão de Estudo Inspeção Predial (CE-
002:140.002) sendo que a primeira ocorreu em 10/04/2013 com número de Texto-Base
002:140.002-001 até a publicação recente em 21/05/2020.
Está disponível para aquisição no site da ABNT.
No link de “cartilhas e estudos”, você poderá acompanhar a Nota Técnica Nº 06,
elaborada pelo Mestre em inspeção predial o engenheiro civil Anderson Martins
Nascimento que esteve presente nas últimas reuniões da comissão de estudos da ABNT
e faz uma reflexão sobre alguns pontos polêmicos.

Nota técnica: Clique aqui para fazer donwload

 

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NOTAS TÉCNICAS IBAPE 

Clique no link referente a nota para realizar o download:

Nota técnica 01 IBAPE

Nota técnica 02 IBAPE

Nota técnica 03 IBAPE

Nota técnica 04 IBAPE

Nota técnica 05 IBAPE

Nota técnica 06 Inspeção Predial

Nota técnica 07 Text Build to Suit

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É com muita satisfação que divulgamos o livro  “Agricultura Digital: pesquisa, desenvolvimento e inovação nas cadeias produtivas”, lançado durante as comemorações dos 35 anos da Embrapa Informática Agropecuária, que já está disponível gratuitamente na sua versão digital, acesse aqui: https://bit.ly/2I5KJOq  A publicação apresenta iniciativas desenvolvidas em conjunto com outros centros de pesquisa da Embrapa e instituições parceiras e traz o contexto atual da agricultura digital no Brasil, principais aplicações e seu ecossistema de inovação. Aproveito para parabenizar e agradecer todos os editores e autores de mais esta obra!

Para saber mais acesse: https://bit.ly/36kKFlW

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Energia Solar Fotovoltaica e os desafios do setor

solar panels in a meadow

A energia solar veio para ficar e não tem mais volta, deixou de ser especulação e passou a ser uma realidade com grande potencial de ser protagonista na matriz energética brasileira devido ao crescimento exponencial ao longo dos últimos anos.

Dentre alguns fatores que contribuíram para a expansão da fonte em todas as regiões do Pais podemos elencar: a queda nos preços dos equipamentos nos últimos anos, a crise hídrica com escassez das chuvas para abastecer os reservatórios das UHE´s ocasionando a criação das bandeiras tarifárias, a participação da fonte solar nos leilões da ANEEL, os constantes aumentos das tarifas de energia entre outros.

A fonte solar fotovoltaico tem se mostrado um setor muito dinâmico com a constante atualização tecnológica dos equipamentos cada vez mais eficientes e uma série de novas aplicações, como uso de drones com câmeras térmicas para monitoramento e segurança de usinas, os estudos avançados em sistemas de armazenamento de energia com as baterias de lition com a tendência para um futuro próximo de desconexão da rede das Distribuidoras. Nos EUA e Europa os carros elétricos já são uma realidade.

Contudo, mesmo com o crescimento acentuado, os desafios da Energia solar fotovoltaica no Brasil ainda são grandes principalmente voltados na formação de mão de obra qualificada para atender a grande demanda do setor com qualidade nos projetos e segurança na execução dos sistemas nos telhados brasileiros. É importante pontuar que a fonte solar fotovoltaica é um sistema de Engenharia. E que dessa forma, deve ser projetada e executada por profissional legalmente habilitado e qualificado. Atualmente o que vemos é uma corrida de muitas empresas e profissionais que vislumbraram a oportunidade de um ganho financeiro iminente com a energia solar mas sem a mínima qualificação necessária para realizar a instalação dentro dos padrões técnicos que preconiza as normas da ABNT para implantação de Sistemas de micro e mini geração.

Diante deste contexto, de crescimento da fonte solar e das atualizações tecnológicas , da geração de empregos, se faz necessário iniciar o quanto antes um grande debate junto as academias, aos conselhos de classes e instituições governamentais para elaboração de um plano de ação voltados para formação de profissionais com: cursos, seminários, workshops, palestras, especializações e mestrados para atender o desenvolvimento do setor solar fotovoltaico no País.

Segundo dados da agencia internacional de energia renovável (International Renewable Energy Agency – IRENA), a fonte solar é que mais gera empregos no planeta.

Diante da Pandemia, a fonte solar fotovoltaica tem se mostrado uma ferramenta estratégica com grande potencial para geração de empregos movimentando as economias locais.

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Contribuições da Embrapa para o desenvolvimento do estado do Acre 

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O estado do Acre ocupa 4% da Amazônia brasileira e 2% do território nacional com, atualmente, 85% de sua cobertura florestal conservada. O estado possui uma história de lutas e uma cultura singular que envolve uma diversidade de uso e diferentes territorialidades. Índios, ribeirinhos, extrativistas, pecuaristas, pequenos, médios e grandes produtores fazem desse território um mosaico de usos complexos, composto por terras protegidas (unidades de conservação e terras indígenas), projetos de assentamentos tradicionais e diferenciados, propriedades privadas e terras públicas, que tem as florestas e as pastagens como componentes principais. É nesse contexto de grande diversidade social, econômica e ambiental que a Embrapa, centro de pesquisa com foco regional, atua desde a sua fundação no Acre, na década de 1970, para gerar tecnologias e conhecimentos que possibilitam o uso sustentável dos recursos naturais, o planejamento territorial estratégico do estado, o desenvolvimento e/ou a adequação de sistemas de produção regionais, bem como a agregação de valor à produção agropecuária e florestal brasileira. Essa longa trajetória inclui entregas de alto valor para a sociedade amazônica, desde as pesquisas iniciais, com as culturas de milho, seringueira e consórcio de gramíneas com forrageiras leguminosas, até resultados atuais, como o sistema de agricultura conservacionista para diversificar a produção familiar em solos arenosos, a estratificação da vegetação com uso de Lidar aerotransportado e a BRS Mandobi (primeira cultivar brasileira de amendoim forrageiro propagada por semente). Os resultados gerados têm impacto direto nas principais cadeias produtivas do estado e contribuem para melhoria da renda dos produtores. Do ponto de vista social, a Embrapa trabalha com demandas de grupos variados, de grandes produtores com sistemas integrados, manejo de pastagem e fruticultura até comunidades indígenas, contribuindo para a soberania e segurança alimentar, com suas tecnologias sociais. Pelo viés ambiental, a Empresa investe na geração de tecnologias para valorização da floresta e intensificação de uso nas áreas desmatadas. Nesse aspecto, somente as tecnologias desenvolvidas para a cadeia produtiva da pecuária evitaram o desmatamento de mais de 2 milhões de hectares de floresta primária na Amazônia, em função do incremento da capacidade de suporte das áreas de pastagens, nos últimos 20 anos. A Embrapa Acre possui um campo experimental em Rio Branco, com 1,2 mil hectares, dos quais 220 ha são destinados à pesquisa agropecuária e 980 ha de floresta primária para estudos de manejo de recursos madeireiros e não madeireiros. As pesquisas participativas, estabelecidas a partir de parcerias firmadas, se consolidaram como estratégia de produção de conhecimento. O escritório da Empresa em Cruzeiro do Sul foi recentemente reformado para melhorar as condições de oferta de resultados. A cooperação técnica com mais de 50% dos municípios acreanos tem ajudado a ampliar a capilaridade das ações no estado. Para atender as demandas de diferentes populações rurais acreanas, a Unidade desenvolve pesquisas, em quatro núcleos temáticos: Solos e Agricultura, Produção Animal Sustentável, Produção Floresta, Fruticultura e Plantas Nativas. O grupo de Solos e Agricultura desenvolve tecnologias agropecuárias e modelos agrícolas e de gestão territorial que articulam produção de alimentos, fibra e energia com conservação ambiental. Além disso, busca produzir conhecimento sobre recursos naturais e uso da terra e elaborar indicadores para serviços ambientais e agricultura de baixo carbono para utilização eficiente de áreas já desmatadas. As pesquisas em produção animal geram inovações tecnológicas para a sustentabilidade da bovinocultura de corte e leite, com ênfase na recuperação e intensificação de pastagens e no aumento da produtividade com menor impacto ambiental. Os estudos com produção florestal se concentram no manejo, silvicultura e biotecnologia, com vistas ao uso racional de recursos florestais (nativos e plantados) para melhoria da relação entre serviços ambientais e mudanças climáticas. Já na área de fruticultura e plantas nativas, o trabalho busca desenvolver e adaptar sistemas de produção, avaliar e recomendar variedades de espécies frutíferas (nativas e exóticas), com potencial agroindustrial e alta produtividade, além de enfocar o desenvolvimento de produtos alimentícios com origem na biodiversidade amazônica. Os estudos acontecem de forma articulada. Por exemplo, é prioritário produzir carne em pastagens de qualidade, como reflexo também da maior qualidade dos solos que a produzem, evitando novos desmatamentos. Os setores da agricultura voltados para produção de culturas anuais (arroz, milho e feijão), semiperenes (mandioca, especialmente, algumas frutas tropicais e culturas bioenergéticas) e perenes (café e outras frutas tropicais e culturas bioenergéticas) têm suas demandas por tecnologias tratadas nos diferentes grupos de pesquisa e se alinham com a política de desenvolvimento do Acre, baseada nos produtos do seu zoneamento ecológico-econômico (ZEE), que em muito teve a contribuição da Embrapa Acre. O trabalho de pesquisa conta com a parceria de diferentes instituições, na esfera federal, estadual e municipal, e com o envolvimento de todo o quadro de pessoal da Unidade, atualmente composto por 112 empregados (43% com mestrado ou doutorado), sendo 31 pesquisadores, 45 analistas, 9 técnicos e 27 assistentes, com mais de 50% do pessoal alocado diretamente na atividade fim que é a geração de conhecimento. A Embrapa fez 44 anos de atuação no Acre no dia 10 de junho deste ano, realizando estudos de cenários com elevado grau de maturidade a cada ciclo. Os cenários futuros indicam, na região da Amazônia, a intensificação da pecuária de corte, fortalecimento da cadeia produtiva da castanha-do-brasil e do açaí, consolidação da agricultura familiar, ampliação do uso do manejo florestal de uso múltiplo, desenvolvimento de sistemas integrados com ênfase para a integração lavoura-pecuária-floresta e a expansão da produção de grãos. Assim, nos próximos anos, o foco de atuação da Embrapa no Acre será o conhecimento da base de recursos naturais do estado com uso de inteligência territorial e o avanço tecnológico dos sistemas de produção regionais para agregar valor à produção agropecuária, otimizar o uso dos recursos naturais e a provisão de serviços ambientais, contribuir para a mitigação e adaptação dos efeitos das mudanças climáticas, no contexto da bioeconomia, e apoiar a formulação de políticas públicas para o fortalecimento da produtividade e da sustentabilidade da produção agrícola, pecuária e florestal.